Engenharia Elétrica é uma das “10 carreiras da década”
Estudo recente mostrou que profissionais do ramo tendem a ter várias oportunidades ao longo dos próximos anos

Consequência das políticas globais voltadas à preservação ambiental, os processos de geração de energia há alguns anos já estão em transição rumo à produção sustentável e limpa. E é justamente esse movimento que coloca a Engenharia Elétrica como uma das “10 carreiras da década”, segundo estudo publicado no início de 2020 pela Universidade de São Paulo (USP).

Presente em praticamente tudo o que fazemos, a Engenharia Elétrica engloba desde sistemas de potência, geração de energia, eletrônica, telecomunicações, tração elétrica de veículos até engenharia biomédica, robótica, automação e sistemas digitais. Versatilidade é amplo campo de atuação são os termos que definem o profissional do ramo.

Mercado de trabalho futuro
Se atualmente o trabalho do engenheiro eletricista é fundamental para a sociedade, a cada dia que passa esse profissional se torna peça central das mudanças rumo a um mundo mais sustentável.

Veículos elétricos
Em termos de mobilidade urbana, os investimentos no desenvolvimento de veículos elétricos já estão demandando o trabalho de diversos engenheiros eletricistas. Além da Tesla, montadora que encabeça a lista de empresas investidoras em carros elétricos, BMW, Chery, JAC, Chevrolet, Nissan, Porsche e Nissan são outras marcas a venderem tais veículos no Brasil.

Energias alternativas
Ainda que cerca de 60% da energia usada no país seja proveniente de usinas hidrelétricas, a crescente instabilidade de tais emrpeendimentos é um dos motivos que vêm promovendo investimentos em energias alternativas, como o uso do Sol e dos ventos. Além de serem mais eficientes e estáveis, esses modelos são mais baratos quando comparado com as hidrelétricas.

Entre todas as fontes alternativas, a produção de energia solar é a que mais cresce no Brasil, tanto em áreas urbanas, quanto rurais. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o país saltou da 26ª posição mundial em total de investimentos no modelo, em 2017, para a 16ª posição, em 2019.

Quanto ganha um engenheiro eletricista?
A média salarial varia de acordo com a experiência e a área de atuação, mas fica entre 5 e 20 salários mínimos (R$ 5,2 mil e R$ 20,9 mil). Tudo depende do quanto você almeja ganhar e correr atrás de seus objetivos. Na URI/FW você tem disciplinas e formações extracurriculares de habilidades que aceleram este processo, tais como empreendedorismo e gestão de negócios.

Oportunidades de estudo
Aproveitar um mercado que está aquecido e deve se tornar uma das 10 principais profissões nos próximos anos é possível na URI, Câmpus de Frederico Westphalen.
O grande diferencial do curso de Engenharia Elétrica na URI/FW é a qualidade. Há uma infraestrutura de laboratório de excelência, professores com alto conhecimento e atendimento direto ao aluno. O profissional que se forma no curso está apto a disputar vagas com o graduado de qualquer outro curso do Brasil.

Na URI/FW, o curso de Engenharia Elétrica tem a duração de 5 anos, ou 10 semestres.

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Fontes: Absolar, Estadão, DCML Solutions, Grupo bp
 
 

Segunda, 18 de Janeiro de 2021


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