Ensino médio da URI: qualidade que atravessa gerações
Integrantes das primeiras turmas da Escola Básica, nos anos 1990, egressas matricularam filhos no educandário

Período no qual a adolescência vai ficando para trás, abrindo espaço para a juventude e o começo da vida adulta, o ensino médio é uma das fases mais marcantes na vida das pessoas. É nesse estágio que surgem grandes amizades e relações, gerando histórias sobre episódios dentro e fora das salas de aula.

Exemplo disso são as primeiras turmas da Escola Básica da URI, Câmpus de Frederico Westphalen, cujos alunos ainda hoje mantém contato, relembrando acontecimentos marcantes do início dos anos 1990.

Apesar de, na época, a Escola Básica da URI levar o nome da Fesau – nomenclatura oficial da universidade naquele período – a qualidade no ensino era idêntica à atual, sendo referência regional para estudantes que buscavam uma formação completa, como explica Mauren Giovenardi Younes, 45 anos, aluna da primeira turma do ensino médio da URI.

– Como o período era integral passávamos grande parte do dia na escola. Com isso além de um ótimo aprendizado fizemos grandes amizades, muitas delas mantidas até hoje. Tive a oportunidade de ter grandes mestres que marcaram a história da URI, como os professores Chiodi, Nelson Conte, Valter, Rosângela Binotto e Silvia Canan. O bar do “Magrão” era nosso ponto de encontro no pós aula, muitos papos, muitos sonhos – relembra Mauren, que estudou na escola entre 1990 e 1992.

Um ano depois de Mauren, foi a vez de Graziella Damo Fontoura chegar na Escola da Fesau. Hoje com 44 anos, ela recorda da exigência dos professores e da boa relação com eles.

– Foi um momento de muito crescimento pessoal e responsabilidade, já que era ensino integral e tinha média 8,0 para aprovação, o que exigia muito estudo para ser aprovado para o ano subsequente. Posso dizer que tive os melhores professores do mundo. Lembro do nome de cada um. A Fesau sempre foi muito acolhedora, cuidava dos alunos como se fossem seus filhos. Para mim, o que mais marcou foi o carinho dos professores, sempre tão presentes, que faço questão de citá-los: Domingos Chiodi (in memorian), Língua Portuguesa e Literatura Brasileira; Valter da Silva, Química; Nelson Conte, Matemática; Rosângela Binotto, Biologia; Airton Fábris, Física; Silvia Regina Canan, Filosofia; Rosângela Blasi, Língua Inglesa; Marta Bortoluzzi Sponchiado (in memorian), Educação Física; Iria Sonego Pegoraro, Geografia; Wilson Olkoski, História; Stela Maris Fontana, Artes; Carlos Ruani, Educação Física – conta Graziella.

A egressa da Escola da URI também menciona os divertidos momentos fora da sala da aula.

– As lembranças que possuo são somente de coisas boas, pois apesar do processo ensino aprendizagem ser de excelência, fizemos muitos amigos e mantivemos um vínculo afetivo permanente. Além do ensino, realizávamos festas comemorativas com a turma, viagens, serenatas aos professores, jogos, namoros e tantas outras coisas boas que a fase da adolescência nos favorecia. Todos marcaram a minha história, bem como dos meus colegas. Até hoje nos comunicamos e realizamos encontros anuais, quando possível.

Escola perpassa gerações
A confiança nas atividades realizadas pela Escola da URI fez com que Graziella e Mauren mantivessem a relação com a instituição não apenas na memória, mas dentro da própria família. A partir desse ano, os filhos das ex-alunas da Escola da URI também estudarão no ensino médio do educandário.

Filho de Graziella, Gabriel Damo Fontoura, 15 anos, está ingressando no 1º ano, e sairá de casa com a certeza de que encontrará professores qualificados.

– A decisão de matricular o meu filho mais velho na URI, o Gabriel, foi, primeiro, pelo fato de eu ter sido aluna e conhecer o processo de ensino-aprendizagem, que prima pela qualidade, comprometimento e aproximação com a família. Além disso, por ser uma instituição privada, a Escola da URI tem autonomia no que se refere às aulas presenciais nesse período de pandemia –, destaca Graziella, que também menciona com carinho a escola Afonso Pena, de FW, onde Gabriel estudou da educação infantil até o fim do ensino fundamental.

Gabriel será colega de Pedro Giovernardi Younes, 15 anos, o filho de Mauren. Ele também está matriculado no 1º ano do ensino médio da Escola da URI, decisão que teve o incentivo da mãe. “Sempre desejamos o melhor aos nossos filhos. Como tive um ótimo ensino na época, hoje vejo a URI ainda mais preparada para um ensino de qualidade. Quero que meu filho se sinta acolhido e motivado para buscar o conhecimento e preparado para o futuro”, destaca a mãe de Pedro.

Escola terá aulas presenciais
Com atividades previstas para iniciarem na próxima semana, dia 17, a Escola da URI terá aulas presenciais, seguindo todos os protocolos e medidas necessárias para evitar a propagação da Covid-19. Ainda assim, o educandário adotará dupla modalidade, já que estudantes que preferirem podem acompanhar as atividades de casa.

O educandário dispõe de uma série de diferenciais que capacitam os estudantes para obterem uma formação de qualidade, como aulas em laboratórios de ponta, preparação para Enem e vestibular, oportunidades de intercâmbio, acompanhamento nutricional, oficinas, aulas de redação e várias outras vantagens.

As aulas ocorrem todas as manhãs, de segunda-feira à sexta-feira, das 7h45min às 11h50min. Às tardes, as aulas ocorrem nas segundas, terças e quartas-feiras, das 13h30min às 16h45min.

Se interessou? Ligue para 3744-9212 ou 3744-9210 e se matricule.
 

Quinta, 11 de Fevereiro de 2021


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