Superintendente do Incra/RS participa de aula inaugural do curso de Tecnologia em Agropecuária
Momento foi usado para debater a atuação do Incra na profissionalização do campo

O superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Gilmar Tietböhl Rodrigues, participou, neste sábado, 4, da aula inaugural da terceira turma do curso de Tecnologia em Agropecuária da URI, Câmpus de Frederico Westphalen, em parceria com o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). Na oportunidade, foi debatida a atuação do na profissionalização do campo.

Segundo o superintendente, o tema é importante pois a educação em qualquer ramo da atividade humana é fundamental. “A aquisição do conhecimento é que impulsiona o desenvolvimento. É difícil as coisas andarem para frente se as pessoas não conhecem exatamente como dar os passos, e como dar os passos é adquirir conhecimento”, frisa.

Em relação à importância do Incra e do Pronera, Tietböhl comenta que considera o alcance do Pronera até um pouco difícil de medir. “As consequências de um programa dessa natureza, em 23 anos, com mais de 190 mil alunos beneficiados, sabe-se lá o quanto de coisa boa aconteceu pelo país. E o Incra está diretamente envolvido com isso, então nós só podemos louvar a iniciativa que foi da criação e fazer o máximo que pudermos e estiver em nosso alcance para manter este programa, exatamente porque olhamos para trás e vemos os benefícios que ele causou”, explica.

O coordenador de Tecnologia em Agropecuária, Gelson Pelegrini, lembra que a presença do superintendente na URI/FW é importante, pois o Incra/RS é responsável por questões de cadastros de terras e regularizações fundiárias da região, além de ser parceiro da URI/FW. “O Incra tem este termo de fomento com a terceira turma de Tecnologia em Agropecuária, e a URI é a única universidade comunitária do país que tem este convênio com o Pronera. Nosso projeto também é o único que oferta as turmas para o público do crédito fundiário, o programa de acesso à terra, Terra Brasil, para agricultores familiares, executado pela Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário”, ressalta.

Outro tema debatido durante o evento foi a manutenção do programa e a possibilidade de novas turmas. O superintendente explicou que os recursos financeiros, de uma forma geral, estão muito difíceis. Segundo Tietböhl, “por isso que a gente não consegue avançar muito na evolução do Pronera. De 2019 a 2021 foram usados muitos recursos para colocar a casa em ordem. O processo de reforma agrária, ele começa na obtenção do imóvel para fazer assentamento, e essa obtenção acontece por desapropriação ou por compra, mas nos dois casos é preciso indenizar o proprietário. E haviam muitos desses pagamentos pendentes. Até agora, metade de 2021, o Incra já teve que usar, para colocar em dia essas conta, cerca de 5 bilhões de reais. Estamos, então, primeiro organizando essas coisas e então quem sabe poderemos deslumbrar dias melhores não apenas para o Pronera, mas para todas as ações do Incra, que são ações sociais muito importantes”.

Segunda, 06 de Setembro de 2021


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