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Encontro reúne 140 pessoas e reforça a importância da sucessão rural
Famílias, estudantes e especialistas discutiram os desafios e as soluções para manter o jovem no campo durante evento na Casa Familiar Rural de Alpestre
O Centro de Formação por Alternância / Casa Familiar Rural (CFR) de Alpestre, foi palco, no dia 24 de abril, de um movimento essencial para o futuro das pequenas propriedades: o Encontro das Famílias do Curso Superior de Tecnologia em Agropecuária. Com a presença de 140 participantes, incluindo familiares e acadêmicos das três turmas do curso – Geração Agro, Remanescentes da Terra e Tecnologia no Campo – o evento abordou o tema central “Os desafios da sucessão familiar rural na construção do legado no campo”.
A discussão, que vai além da produção agrícola para tocar na alma das famílias produtoras, teve como ponto alto a palestra ministrada pelo tecnólogo em agropecuária, agricultor e consultor Valdemir Damiani, com mediação do coordenador da graduação, Luís Pedro Hillesheim, reunindo os debatedores Willian Scalvi (tecnólogo e agricultor), Josiane Follador (tecnóloga e agricultora) e Wagner Bohn (tecnólogo e diretor da CFR de Alpestre).
Sucessão rural: o desafio de construir legado
Em sua fala, o coordenador Luís Pedro Hillesheim destacou a complexidade do tema. Para ele, garantir que os jovens permaneçam no campo vai muito além da viabilidade econômica – envolve reconhecimento, planejamento e políticas específicas.
- A sucessão rural é o maior desafio para a agricultura familiar. Não se trata apenas de transferir a terra ou as máquinas, mas de construir um legado com sentido. O Programa Regional de Sucessão do Campo atua como uma ferramenta fundamental nesse processo, oferecendo estruturas de diálogo e capacitação para que as famílias planejem a passagem de gestão com tranquilidade, evitando conflitos e o êxodo dos jovens – afirmou Hillesheim.
O coordenador reforçou ainda que iniciativas como o Encontro das Famílias são vitais para desmistificar a ideia de que o campo não oferece futuro. “Quando reunimos 140 pessoas, entre pais, mães e filhos, mostramos que a propriedade rural pode sim ser um lugar de realização profissional e pessoal”, completou.