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Alunos de Tecnologia em Agropecuária exploram a realidade da piscicultura
Por meio de visitas técnicas, os estudantes puderam confrontar a teoria acadêmica com os desafios reais da produção de peixes e do manejo industrial
Os acadêmicos do curso superior em Tecnologia em Agropecuária, no mês de março, deixaram as salas de aula para mergulhar na prática da aquicultura regional. Através de duas visitas técnicas estratégicas, os estudantes puderam confrontar a teoria acadêmica com os desafios reais da produção de peixes e do manejo industrial.
A primeira etapa ocorreu no dia 13 de março, com a turma Agro Forte na propriedade de Everton Piovesan, em Frederico Westphalen. Sob a orientação do professor Lucas Pellegrin, titular da disciplina de Aquacultura, os universitários exploraram o modelo de negócio do "Pesque e Pague".
A aula focou na complexidade da gestão desse sistema, abordando pontos cruciais como, mercado e comercialização: como manter a atratividade do negócio e lidar com a sazonalidade; qualidade da água: a importância do monitoramento constante para garantir o bem-estar dos animais em ambientes de alta densidade; e estruturas de cultivo: a análise das instalações necessárias para suportar tanto a produção quanto o fluxo de visitantes.
Piovesan compartilhou sua experiência prática, destacando que a atividade exige um equilíbrio fino entre o conhecimento técnico e a habilidade no atendimento ao público.
Dando continuidade ao cronograma, no dia 20 de março, a turma Geração Agro do município de Alpestre, visitou o Pesque Pague Guralski. Esta atividade contou com uma abordagem interdisciplinar, unindo o manejo de campo ao processamento tecnológico.
Acompanhados pelo docente, os alunos realizaram análises físico-químicas da água, discutiram sobre construção de taludes e instalação de sistemas de drenagem de água, além de praticarem técnicas de captura. O destaque foi o treinamento com o uso de tarrafa, ferramenta essencial para a biometria e despesca em pequenas e médias propriedades.
A aula também integrou a disciplina de Tecnologia de Produtos de Origem Animal, ministrada pela professora Roseli Zanchin, que demonstrou na prática técnicas de filetagem, o passo a passo para um corte preciso, visando à segurança alimentar e à estética do produto, além do rendimento de filé, com cálculos sobre o aproveitamento da carcaça, essenciais para determinar a viabilidade econômica do processamento na propriedade.
De acordo com Pellegrin essas saídas a campo reafirmam o compromisso do curso com a formação técnica completa. “Ao transitar entre o monitoramento da água em Alpestre e a análise de mercado em Frederico Westphalen, os acadêmicos consolidam uma visão sistêmica da cadeia produtiva da piscicultura”, ressalta o professor.